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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Tributo aos 50 anos de Cássia Eller.


Homenagem de Nando Reis:

‎"Tanta falta, ela me faz tanta falta, sinto a falta
Com você o meu mundo estaria mais completo
Hoje eu vivo nesse mundo
Mas ele me parece tão deserto
Quando eu
 te conheci
Parece que eu nasci
Quando eu lembro de você sorrindo
Rindo, lindo, rindo, lindo...
E a alegria que me deu no mundo
Além do céu escuro
Em algum lugar, lugar, lugar, lugar...
Onde a gente não pode pisar, pisar, pisar, pisar...
Eu posso te ver, te ver, te ver....
Mesmo sem ser, ser, ser....
Quando, quando, quando, eu canto, canto, canto...
Nada parece diferente
Porque nesse momento aqui com a gente
Você está presente
E no meu coração sempre
Ôôôô Cássia..."

Minha homenagem à amizade dos dois:
"E, então, ela calçou seu 'All Star' e foi, pessoalmente, em busca do 'Segundo Sol'. Mas ela fez 'As Coisas Tão Mais Lindas', quando viva e, por isso, viverá sempre na 'Luz dos Olhos' daquele seu velho amigo, cujo 'tom que canta as suas músicas sempre foi exato' pra sua voz encantadora."


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Desabafo choroso de uma história sem fim

No ápice de minha boemia, te conheci. Vindo de outros ares, trazendo nos olhos o coração mais lindo que já senti. Entre uma cerveja e outra, meu olhar não desprendia do seu jeito singular, tens o dom de prender e perder meu olhar, tal qual um livro de Saramago...
A convivência foi-se construindo, dentro e fora da boemia nossa de cada semana; e o meu amor foi brotando e crescendo em velocidade proporcional à admiração pelo teu ser.
Um dia, muitos amigos, mais bebida, alguns sorrisos, uma dança, lindas palavras, um beijo... 'O' beijo! A consagração de um sentimento - unilateral -, os olhares mais significativos que trocamos...
Depois, tudo virou nada - pra você - Sinto...
Te vi com aquela a quem te dedicastes tanto, me vi caindo na real e me conformando em apenas olhar, como dantes...
Tempos depois, quando meu coração já estava se acostumando a bater por ti em vão, me vens em outra noite - de rock, de gargalhadas, de Cuervo - com sua chuva de elogios (infundados, mas encantadores), despertar um sentimento que cochilava... Linda noite, lindo fim de noite!
Depois, a queda de Ícaro, convivi com uma conquista alheia, que eu almejava; te vi confuso, depois decidido e, finalmente, ostentando seu novo amor, como um troféu. E que raiva me dá em saber que fazes questão de me deixar a par de tudo que se passa entre vocês...
Nunca serás meu... Nunca vou preencher os requisitos pra ser sua, no entanto, sempre serei sua...
Como dói te amar, como odeio te amar e saber que a dor é melhor que nada.

(Otávyla Gomes)

sexta-feira, 26 de outubro de 2012


Como é triste quando você percebe que está se conformando com as migalhas...
Migalhas de atenção, de sentimento, de companhia...
Migalhas de amizades, de amores...
E como é pior saber que se conformar é melhor que viver sob o escuro da solidão.
Em outros tempos, quando eu era toda orgulho, toda altivez, não enxergaria tal possibilidade... Hoje, a vivo, a amargo, a repudio!
Por mais que me esforce e tente me reerguer do chão de fel em que minha vida se converteu, não encontro forças. A linha de minha existência que, outrora, fora cheia de alternâncias entre o topo e o subterrâneo, agora é uma constante sem graça e isso não é bom. Continuo com aquela vontade de voar, mas o medo de cair ainda prevalece. (Otávyla Gomes)

segunda-feira, 7 de maio de 2012



'Saudades de como eu era antes, interna e externamente... 
Saudade dos meus cabelos longos; da intensidade que eu tinha, e se esvaiu. 
Saudade do que eu era, sem saber ser; da felicidade que eu sentia de um jeito meio torto e nem percebia.
E esse sentimento nostálgico só vem fazer doer ainda mais as feridas que eu mesma cravei no meu coração...'


(Otávyla Gomes)

domingo, 15 de abril de 2012

Vida que segue,
"Apesar dos pesares";
Apesar das derrotas;
Apesar de ser o que não quero,
De querer o que não sou.
Eu vou...
"Ao sabor do acaso"



(Otávyla Gomes)

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Parabéns pra mim!

Heeeeey, today is my day!!! \o/

"Quero paparicações no meu dia, por favor

Brigadeiros, mantras, músicas

Gente vibrando a favor

Vamos planejar um belo futuro pra logo mais..." ♫


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


E que chegue logo a compensação de tanto penar, de tanto sofrer, antes que eu esmoreça...
(Otávyla Gomes)

domingo, 12 de fevereiro de 2012


Nem mesmo o peso da tua indiferença é capaz de arrancar as raízes que fincastes no meu coração.
(Otávyla Gomes)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


O medo do apego ergueu em mim uma cúpula protetora, à prova de relacionamentos. E me pergunto: quando chegará alguém com sentimentos suficientemente fortes e sinceros para derrubar essa barreira? Até quando continuarei presa em mim mesma...?!
(Otávyla Gomes)
Sumi porque... Aliás, sumi nada (quem me dera ter esse poder)! O destino é que anda meio carrasco e tem evitado nos colocar no mesmo eixo.

(Otávyla Gomes)



Teu olhar falante;
Teu sorriso perfumado;
Teu beijo sonhado...
Meu desejo que grita,
Mas não é escutado.

(Otávyla Gomes)

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012


Palavras são sementes que, regadas com sinceridade, fazem brotar sentimentos.
(Otávyla Gomes)


Saudade é Fênix. Que matamos e, logo, renasce das cinzas.

(Otávyla Gomes)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sobre preferências musicais.


Hoje em dia, o fanatismo por ídolos teen na música é febre (ainda bem que não sinto tal). Eu sou adepta da máxima 'cada um com suas preferências', mas resolvi discorrer sobre a preferência musical da massa de agora. E, nos tempos atuais, quem faz sucesso não é quem tem competência para tal, não é quem tem talento, quem tem audácia, inteligência para fazer composições bem elaboradas como as de outrora... 

Quem faz sucesso, hoje, são os 'bonitinhos', 'coloridinhos' que, independente do estilo musical, tem letras vazias para apresentar a seu público (que é fiel, apesar disso, olhem só!). Como entender isso? Creio eu que, atualmente, os artistas de sucesso não conquistam as pessoas porque estas têm gosto musical aguçado (muuuuuuuuuito pelo contrário), eles criam letras que agradem a maioria, e essa maioria (infelizmente) não liga mais se as letras são inteligentes ou não, se elevam a nossa cultura ou não, que valorizam a arte ou não... 

A maioria (que muitas vezes nem sabe o que está ouvindo) apenas se deixa levar por influência da mídia, que só favorece esse tipo de artista e aliena a cabeça dos seus espectadores a ponto destes repudiarem tudo que for contra essa 'anti-música' imposta.

Venho me repetindo quanto ao termo 'maioria', porque sei que ainda existe uma minoria (da qual faço parte) que ainda sabe o que é música de verdade. Que sabe que essa arte não é pura e simplesmente a elaboração aleatória de acordes pra se fazer uma melodia, nem tão somente um monte de palavras pejorativas em letras sem sentido. Música é bem mais que isso... É tradução de sentimentos, de opiniões, de revoltas, de vivências. Tudo isso elaborado com a maior preocupação em criar letras e melodias que condigam com o objetivo almejado. 

Peço desculpas àqueles que fazem parte da maioria tão citada, se os ofendi de alguma maneira, mas minha intenção foi simplesmente expressar minha opinião. E peço à minoria que procure difundir (mesmo que em vão) músicas de verdade por ai...

(Otávyla Gomes)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011



É tão lindo o verbo 'sonhar'...
Mais lindo é conjugá-lo,
Até vê-lo transmutar-se
No verbo 'realizar'.

(Otávyla Gomes)

Sobre planos e ações.




E todo final de ano é a mesma coisa... As pessoas renovam seus planos para o ano que está chegando. Muitas vezes, são os mesmos planos feitos no final do ano anterior; dos anos anteriores. E estas aspirações sucumbem no ar, basta chegar o ano esperado, seja por percebermos que são idealistas demais, seja por vermos simplesmente que não adianta apostar tantas fichas em um novo ano, achando que ele será fantástico, e vemos que a mudança foi apenas de calendário... O que desejo pra mim e pra todos é que, ao invés de renovar os planos para o ano que chega, renovemos e aumentemos nossa força de vontade. Façamos acontecer. Vamos nos esforçar para transformar o IDEAL em REAL!


Feliz 2012!!!

(Otávyla Gomes)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011


Minha memória musical põe trilha sonora nos momentos mais relevantes de minha vida. A música que ouço quando te olho é uma das mais doces, lindas e confortantes que já pude ouvir.


GOMES, Otávyla.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Te ler.



    Sabe quando você pega um livro sem muitas expectativas, mas quando começa a lê-lo, vai se surpreendendo e se deliciando com a leitura?! Essa é a metáfora que utilizo para definir o que estou sentindo por uma pessoa que está entrando, aos poucos, em minha vida. 
    A cada página, me sinto mais maravilhada... A cada abraço, me sinto mais segura... A cada beijo, me sinto mais apaixonada. E que sensação boa, que há muito não experimentava!
    Espero que esta leitura seja cada vez mais intensa e prazerosa; e que eu nunca me canse ou me surpreenda com um final indesejado.

    Que bom te ter, te ler!

GOMES, Otávyla.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011



E quando você achava que todas as suas chances de ser feliz já tinham se esgotado?!
Sentia-me assim, até bem pouco tempo atrás...
E o pior é que já estava adaptada a esta condição.
Mas ai aparece-me um alguém que me fez resgatar a última gota de esperança que ainda restava dentro de mim. Por um fio, mas ainda viva, sem a intensidade de antes, é verdade.
Por enquanto é só isso: esperança reacendendo, mas espero que venha mais por ai, que venha a confirmação de que vale a pena renovar minhas expectativas de ter alguém que queira e consiga me fazer feliz, e que receba, de braços abertos, o afeto que desejo dedicar-lhe.

Estou bem, felicidade calma.

(GOMES, Otávyla)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Solidão acompanhada


O que tenho é um sentimento subliminar, que se faz mistérioso até pra mim;
É  a solidão acompanhada que o Neruda falou;
É uma vontade de me desvencilhar das limitações que eu mesma me impus, mas que continuam a me prender nesta situação em que gosto de estar e que, paradoxalmente, me faz sentir incompleta.
É vontade de voar, mas com medo de cair.

(GOMES, Otávyla)