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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Sobre preferências musicais.


Hoje em dia, o fanatismo por ídolos teen na música é febre (ainda bem que não sinto tal). Eu sou adepta da máxima 'cada um com suas preferências', mas resolvi discorrer sobre a preferência musical da massa de agora. E, nos tempos atuais, quem faz sucesso não é quem tem competência para tal, não é quem tem talento, quem tem audácia, inteligência para fazer composições bem elaboradas como as de outrora... 

Quem faz sucesso, hoje, são os 'bonitinhos', 'coloridinhos' que, independente do estilo musical, tem letras vazias para apresentar a seu público (que é fiel, apesar disso, olhem só!). Como entender isso? Creio eu que, atualmente, os artistas de sucesso não conquistam as pessoas porque estas têm gosto musical aguçado (muuuuuuuuuito pelo contrário), eles criam letras que agradem a maioria, e essa maioria (infelizmente) não liga mais se as letras são inteligentes ou não, se elevam a nossa cultura ou não, que valorizam a arte ou não... 

A maioria (que muitas vezes nem sabe o que está ouvindo) apenas se deixa levar por influência da mídia, que só favorece esse tipo de artista e aliena a cabeça dos seus espectadores a ponto destes repudiarem tudo que for contra essa 'anti-música' imposta.

Venho me repetindo quanto ao termo 'maioria', porque sei que ainda existe uma minoria (da qual faço parte) que ainda sabe o que é música de verdade. Que sabe que essa arte não é pura e simplesmente a elaboração aleatória de acordes pra se fazer uma melodia, nem tão somente um monte de palavras pejorativas em letras sem sentido. Música é bem mais que isso... É tradução de sentimentos, de opiniões, de revoltas, de vivências. Tudo isso elaborado com a maior preocupação em criar letras e melodias que condigam com o objetivo almejado. 

Peço desculpas àqueles que fazem parte da maioria tão citada, se os ofendi de alguma maneira, mas minha intenção foi simplesmente expressar minha opinião. E peço à minoria que procure difundir (mesmo que em vão) músicas de verdade por ai...

(Otávyla Gomes)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012


''Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. 
Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem. 

Gosto do barulho das paginas sendo folheadas. 
Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio. 

Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. 

Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.''

(Martha Medeiros)

sábado, 31 de dezembro de 2011

Em paz


Que venha em paz o ano que vem
que venha em paz o que o futuro trouxer. ♪

(Humberto Gessinger)

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011



''Sempre me restará amar. [...]
Amar não acaba. É como se o mundo estivesse à minha espera.
E eu vou ao encontro do que me espera.''



(Alice Ruiz)

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011



É tão lindo o verbo 'sonhar'...
Mais lindo é conjugá-lo,
Até vê-lo transmutar-se
No verbo 'realizar'.

(Otávyla Gomes)

Sobre planos e ações.




E todo final de ano é a mesma coisa... As pessoas renovam seus planos para o ano que está chegando. Muitas vezes, são os mesmos planos feitos no final do ano anterior; dos anos anteriores. E estas aspirações sucumbem no ar, basta chegar o ano esperado, seja por percebermos que são idealistas demais, seja por vermos simplesmente que não adianta apostar tantas fichas em um novo ano, achando que ele será fantástico, e vemos que a mudança foi apenas de calendário... O que desejo pra mim e pra todos é que, ao invés de renovar os planos para o ano que chega, renovemos e aumentemos nossa força de vontade. Façamos acontecer. Vamos nos esforçar para transformar o IDEAL em REAL!


Feliz 2012!!!

(Otávyla Gomes)



Pode quebrar, sofrer, cair, descer, contorcer de dor

Não vou mais me prender a você
Fazer o mesmo show
Vou bater na porta da vida, receber e pagar
Sem ter que me entregar a ninguém.
Seu muito pra mim é pouco
Eu quero a paz e viver solto
Vai dizer que sou outro... sou não!

(Djavan)