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domingo, 25 de dezembro de 2011



Não vou agora, não: não quero te encontrar

Preciso me perder como preciso de ar;

Perder o rumo é bom se perdido a gente encontra

Um sentido escondido em algum lugar.

Devolva-me o que você levou... ou

Leve-me contigo: perca-se comigo!

(Humberto Gessinher)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011



Me arde uma alegria, que não aceita ser felicidade, porque a felicidade é uma palavra muito longa e a alegria tem pressa. Uma alegria de deitar na grama e sentir que está molhada e não se importar com a roupa orvalhada e não se importar com a hora e com os modos, uma alegria que é inocência, mas sem culpa para acabá-la. Uma alegria que é descobrir os objetos no escuro. Uma alegria repentina, que me faz entortar o rosto para rir, que não me faz pôr a mão na boca com medo dos dentes, que me impede de me proteger. Uma alegria como um tapete que fica somente curtido no centro. Uma alegria de ficar com pena dos anjos e de suas asas pesadas como duas montanhas nas costas, suas asas como dois irmãos brigando em dia de chuva. Uma alegria de perceber que quanto mais gasto o tempo com os outros mais sobra para mim. Uma alegria que não volta para a estante porque não saiu de nenhum livro lido. Uma alegria que se antecipa e faz sala ao quarto. E quase me faz acreditar que sou possível.


Fabrício Carpinejar.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Certas coisas... Lulu.



Eu te amo calado,
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz,
Nós somos medo e desejo,
Somos feitos de silêncio e som,
Tem certas coisas que eu não sei dizer... ♫

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011




Sofro por saber que não sou eu quem vai te convencer
Que cada dia a mais é um a menos pro encontro acontecer
E eu fico sozinho, esperando por você, meu bem-querer. ♪


(M. Camelo e R. Amarante)

quarta-feira, 23 de novembro de 2011


Minha memória musical põe trilha sonora nos momentos mais relevantes de minha vida. A música que ouço quando te olho é uma das mais doces, lindas e confortantes que já pude ouvir.


GOMES, Otávyla.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Te ler.



    Sabe quando você pega um livro sem muitas expectativas, mas quando começa a lê-lo, vai se surpreendendo e se deliciando com a leitura?! Essa é a metáfora que utilizo para definir o que estou sentindo por uma pessoa que está entrando, aos poucos, em minha vida. 
    A cada página, me sinto mais maravilhada... A cada abraço, me sinto mais segura... A cada beijo, me sinto mais apaixonada. E que sensação boa, que há muito não experimentava!
    Espero que esta leitura seja cada vez mais intensa e prazerosa; e que eu nunca me canse ou me surpreenda com um final indesejado.

    Que bom te ter, te ler!

GOMES, Otávyla.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011



E quando você achava que todas as suas chances de ser feliz já tinham se esgotado?!
Sentia-me assim, até bem pouco tempo atrás...
E o pior é que já estava adaptada a esta condição.
Mas ai aparece-me um alguém que me fez resgatar a última gota de esperança que ainda restava dentro de mim. Por um fio, mas ainda viva, sem a intensidade de antes, é verdade.
Por enquanto é só isso: esperança reacendendo, mas espero que venha mais por ai, que venha a confirmação de que vale a pena renovar minhas expectativas de ter alguém que queira e consiga me fazer feliz, e que receba, de braços abertos, o afeto que desejo dedicar-lhe.

Estou bem, felicidade calma.

(GOMES, Otávyla)