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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Te ler.



    Sabe quando você pega um livro sem muitas expectativas, mas quando começa a lê-lo, vai se surpreendendo e se deliciando com a leitura?! Essa é a metáfora que utilizo para definir o que estou sentindo por uma pessoa que está entrando, aos poucos, em minha vida. 
    A cada página, me sinto mais maravilhada... A cada abraço, me sinto mais segura... A cada beijo, me sinto mais apaixonada. E que sensação boa, que há muito não experimentava!
    Espero que esta leitura seja cada vez mais intensa e prazerosa; e que eu nunca me canse ou me surpreenda com um final indesejado.

    Que bom te ter, te ler!

GOMES, Otávyla.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011



E quando você achava que todas as suas chances de ser feliz já tinham se esgotado?!
Sentia-me assim, até bem pouco tempo atrás...
E o pior é que já estava adaptada a esta condição.
Mas ai aparece-me um alguém que me fez resgatar a última gota de esperança que ainda restava dentro de mim. Por um fio, mas ainda viva, sem a intensidade de antes, é verdade.
Por enquanto é só isso: esperança reacendendo, mas espero que venha mais por ai, que venha a confirmação de que vale a pena renovar minhas expectativas de ter alguém que queira e consiga me fazer feliz, e que receba, de braços abertos, o afeto que desejo dedicar-lhe.

Estou bem, felicidade calma.

(GOMES, Otávyla)

sexta-feira, 28 de outubro de 2011



Um dia desses você vai ficar lembrando de nós dois
e não vai acender a luz do quarto quando o sol se for
bem abraçada no lençol da cama vai chorar por nós
pensando no escuro ter ouvido o som da minha voz
vai acariciar seu próprio corpo e na imaginação
fazer de conta que a sua agora é a minha mão
mas eu não vou saber de nada do que você vai sentir
sozinha no seu quarto de dormir.
No cine-pensamento eu também tento reconstituir
as coisas que um dia você disse pra me seduzir
enquanto na janela espero a chuva que não quer cair
o vento traz o riso seu que sempre me fazia rir
e o mundo vai dar voltas sobre voltas ao redor de si
até toda memória dessa nossa estória se extinguir
e você nunca vai saber de nada do que eu senti
sozinho no meu quarto de dormir.

Marcelo Jeneci

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Solidão acompanhada


O que tenho é um sentimento subliminar, que se faz mistérioso até pra mim;
É  a solidão acompanhada que o Neruda falou;
É uma vontade de me desvencilhar das limitações que eu mesma me impus, mas que continuam a me prender nesta situação em que gosto de estar e que, paradoxalmente, me faz sentir incompleta.
É vontade de voar, mas com medo de cair.

(GOMES, Otávyla)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011


Faça a vida valer a pena;
Entre em cena;
És protagonista do teu viver;
Inunde-se de você.

GOMES, Otávyla.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Tua presença exala a paz que gosto de sentir...
Necessito respirar-te novamente!

(GOMES, Otávyla)

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Saudade




Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já...

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida...

Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido. (Pablo Neruda)